Descrição do Produto
Moscatel de Setúbal
A mesma vinícola José Maria da Fonseca está trazendo de volta ao Brasil o Moscatel de Setúbal, que já foi um clássico entre nós. No governo Getúlio, viveu seus momentos de glória, quando 90% da produção de Setúbal vinha pro Brasil. Mandavam 40, 50 mil caixas por ano. Depois, saiu de cena. E quase que a vinícola quebrou.
Pois agora está de volta e com tudo. Nossa café da manha, com o marzão de Ipanema lá embaixo, lindo!, girou em torno do Setúbal e de todas as suas ligações com o Brasil. Em 1850 a Vinícola José Maria Fonseca já mandava exemplares para nós.
O Moscatel hoje é praticamente todo consumido nas zonas de Setúbal e Lisboa.
O resto do país bebe pouco e a exportação desse tipo de vinho é pequena: Noruega, Reino Unido, Estados Unidos, Brasil... Estranhamente, a Suécia também comparece. A respeitadíssima revista especializada em vinho sueca, a Alt Om Mat colocou o Setúbal nas alturas
Além do Moscatel, vão trazer o Trilogia, que tem esse nome porque inclui três safras históricas de Portugal, como a de 1900 e 1934 (esqueci a outra!). Esse vinho, como o Barca Velha, só é engarrafado em safras excepcionais. Esse ano, por exemplo, não vai ter: choveu granizo no Douro.